Fitoterapia

FITOTERAPIA

Uso correto das plantas medicinais
As plantas medicinais tem efeito sobre o organismo. É importante utilizá-las da forma correta para que não venham a causar prejuízos à saúde. Estar atento à procedência, à forma de armazenamento e respeitar o modo adequado de preparo, a dosagem, as indicações e contra indicações de cada planta é fundamental para que o tratamento funcione. Cuidado com a auto-medicação e em caso de dúvida, procure um profissional capacitado para lhe orientar.

Escute, Raíces da América – Cio da Terra

FORMAS DE USO E DOSAGEM

Para a maioria das plantas temos uma regra de dosagem geral.

Idosos e crianças devemos diminuir a dosagem na maioria dos casos.

E na gravidez evitamos o uso de plantas desconhecidas, e usamos apenas plantas como: gengibre, cabelo de milho e camomila (Plantago major).

CHÁ

Um dos métodos de maior acesso à população no geral. Consiste na extração de princípios ativos através da água quente.

A dosagem de planta verde e a metade da planta seca.

Criança (7 anos): 10g da planta seca para 1l de água. Tomar 2 xícaras por dia.

Adulto: 20g da planta seca para 1l de água. Tomar 3 a 4 xícaras por dia.

INFUSÃO

Infusão é usada para extrair os princípios ativos das partes mais delicadas e aéreas das plantas medicinais, como flores, folhas e algumas sementes. A infusão pode ser ingerida quente ou fria. Preparo: picar em partes bem pequenas a planta medicinal, colocar uma colher de sopa da planta seca ou três colheres da planta verde na xícara.          Ferver água mineral ou de mina numa vasilha de vidro ou esmalte (sem “lascas’”.), despejar na xícara, tampar e coar após vinte minutos. Não é permitido adoçar. Não se deve usar uma planta medicinal por mais de 15 dias, exceto em doenças crônicas orientado por um profissional qualificado em Fitoterapia.

TISANA

Colocar a planta com água fria e ferver por 2 a 5 minutos. Deixe repousar por 10 minutos em um recipiente bem tampado, coando após este tempo. Esse método e indicado para folhas duras, sementes e rizomas.

DECOCÇÃO

A decocção é o método utilizado para extrair os princípios ativos das partes mais rígidas das plantas medicinais, como cascas, raízes e caules. Coloque duas colheres da planta seca triturada ou cinco colheres da planta verde numa vasilha de vidro ou esmalte.

Adicione 500 ml de água mineral. Ferver em fogo baixo e com a vasilha tampada por 10 minutos. Apagar o fogo, e após 10 minutos coar e tomar.

Observações:

A água deve ser mineral, pois o cloro e demais produtos químicos da água potável tratada podem tornar os princípios ativos tóxicos ou neutraliza-los.

A vasilha deve estar sem nenhum “estragadinho”.

Preferência vidro, ágata ou esmalte.

Procedência da planta.

A identificação da planta deve ser feita, comprada e indicada pelo o nome científico.

Quanto menor a parte da planta para o preparo maior a extração de princípio químico.

Não é permitido açúcar nem adoçante. Apenas mel, quando o uso estiver ligado ao sistema respiratório.

PLANTA RASURADA – PLANTA SECA

Indicação: Infusos e decoctos e também para uso externo em banhos ou mesmo cataplasma.

Vantagens: acondicionada bem grandes doses e plantas volumosas.

Desvantagens: em formulas não há boa homogeneidade.

Podem ser dispensados sobre diversas apresentações:

Envelopes: As plantas em pó são pesadas e misturadas ate completa homogeneização e então as doses são pesadas e acondicionadas em papel dobrado chamados de envelopes farmacêuticos.

v     garante a homogeneidade da mistura

v     otimiza a extração dos princípios ativos da planta.

v     Facilidade de administração ao paciente.

Indicação: infuso ou misturado diretamente com mel, em bebidas pastosas como o iogurte, frutas amassadas, granola ou em suco de frutas. E indicado para pacientes com dificuldades de engolir cápsulas ou com intolerância gástrica as cápsulas.

Vantagens: acondiciona bem grandes doses e plantas volumosas.

Desvantagem: pode causar irritabilidade na garganta e náuseas em pessoas sensíveis.

Cápsulas: são cápsulas de gelatina onde as plantas em pó ou extrato seco são acondicionadas através do processo de encapsulacão.

Indicação: paciente com intolerância ao cheiro e/ou gosto em uma ou mais plantas da formula.

Vantagens: fácil administração e transporte.

Desvantagens: dificuldade de uso pediátrico, inviável para algumas plantas volumosas, fracionamento da dose em grande quantidade de cápsulas, intolerância gástrica as cápsulas por alguns pacientes.

Comprimidos: são preparações onde a planta em pó ou extrato seco são homogeneizados e moldadas por compressão, sendo adicionadas ou não de excipientes e/ou agentes adjuvantes como aglutinantes, secantes, lubrificantes, antioxidantes etc.

Indicação: para formulas padronizadas em dosagens estabelecidas, industrializadas.

Tintura – plantas in natura ou seca: a partir da maceração e possível fazer tintura de quase todas as ervas, a diferença esta na preparação feita com álcool e água destilada. A concentração da tintura e de 20%. Deixa-se as partes vegetais frescas ou secas, trituradas, mergulhadas em álcool de cereais durante 10 a 30 dias, dependendo da parte da planta. Após esse período, filtrar e guardar em recipientes de vidro escuro, ao abrigo da luz. Validade da tintura: 1 ano. Devem ser administradas sempre diluídas em água, em função do alto teor alcoólico e sabor forte das plantas, mesmo se a indicação for somente para gargarejo.

Indicação: paciente com dificuldade para ingestão de cápsulas, diabéticos.

Vantagens: redução da quantidade de material ingerido para atingir a mesma ação medicinal, maior biodisponibilidade.

Desvantagens: alto teor alcoólico e eventuais incompatibilidades físico-químicas entre algumas plantas.

Xaropes e melitos

Indicação: uso pediátrico e/ou expectorante.

Vantagens: mascara o sabor e aroma das plantas.

Desvantagens: não é recomendado para diabéticos.

Inalação

Derramar a água fervente sobre a planta medicinal, num recipiente que permita a pessoa, com a cabeça aspirar o vapor desprendido.

Vinho medicinal

Pode ser utilizado: cachaça, vinho, vodka ou álcool de cereais.

20g da planta para 100ml de cachaça e deixar macerar por 15 a 21 das.

Pomadas

Base: vaselina e lanolina total de 30 g

Tintura: concentração de 10%.

Vantagens: pode ser utilizada sobre a pele e mucosa

Desvantagens: difícil remoção, baixo poder penetrante pouco espalhamento.

Cremes

A base incorpora bem insumos ativos como tinturas ate 20% e óleos essenciais

Vantagens: bom espalhamento, bom poder penetrante, miscíveis com enxudatos cutâneos, facilmente removível.

Desvantagens: Baixa conservação

Gel

Indicações: áreas mediamente atingidas com ação superficial

Vantagens: bom espalhamento, confere sensação refrescante, facilmente removível.

Desvantagens: baixa conservação, não possui poder penetrante.

Supositórios

Indicações: dificuldade de administração de medicamentos via oral, hemorróidas, uso pediátrico.

Vantagens: excelente biodisponibilidade.

Desvantagens: desconforto do paciente.

Óleos medicinais

Obtidos pelo processo de prensagem onde a planta medicinal e macerada em um óleo mineral ou vegetal em banho-maria.

Indicação: massagens em pequenas ou grandes áreas, proteção da pele, emoliente.

Vantagens: ação local.

Compressa

Preparação de uso local, utilizando-se panos limpos, chumaços de algodão ou gazes embebidos em decoctos, infuso, sumo ou tintura da planta (diluída em água). A compressa poderá ser quente ou fria de acordo com a indicação terapêutica,

Gargarejo

É indicada para afecções da garganta, amigdalite ou mau hálito.

Cataplasma

Envolver a parte lesada do corpo com um tipo de massa, feita de farinha e o chá da planta escolhida, geralmente quente para não machucar ainda mais o ferimento e colocada entre dois panos finos. Pode-se ainda utilizar a papa de farinha de mandioca, fubá de milho.

Emplastro

Aplicações locais, onde as plantas ao utilizadas diretamente sobre a pele. As plantas podem ser utilizadas diretamente sobre a pele com plantas secas ou cozidas, amassadas e aplicadas diretamente ou envolvidas em uma gaze. Consiste em socar a planta até que se transforme numa pasta e aplicar na área afetada.

DOSAGENS APROXIMADAS

Tintura:

Adulto: 15 gotas 3 vezes ao dia.

Criança: 5 gotas 3 vezes ao dia, reduzindo conforme a idade.

Xarope:

Adulto: 1 colher de sopa 3 vezes ao dia.

Criança de 5 a 10 anos: 1 colher de sobremesa 3 vezes ao dia.

Criança de 1 a 4 anos: 1 colher de chá 3 vezes ao dia.

Criança de 6 meses ao 1 ano: 1 colher de café 3 vezes ao dia.

SISTEMA DIGESTIVO

Gastrite

O tratamento deve ser feito com ervas de ação antiácida, analgésica, sedativa, antibióticos para bactéria H. Pylori etc.

MACELA (Achyrocline saturaiodes)  – analgésica.

ESPINHEIRA SANTA (Maytinus iliafolia)– analgésica, diminui HCL.

GUACATONGA – antiácido, antimicrobiano.

Úlcera

O tratamento para casos de ulcera esta na combinação de antibióticos, antiácidos, analgésicos e sedativos.

ESPINHEIRA SANTA (Maytinus iliafolia) – antiulcerogenico, analgésico e antiácido.

Constipação

SEMENTE DE TANSAGEM (Plantago major)

TAMARINDO, LINHAÇA E AMEIXA SECA.

Flatulência

No caso de flatulências, indica-se plantas antiespasmódicas, pois diminuem as contrações, carminativas, que relaxam a musculatura lisa, promovendo a liberação dos gases, e antissépticas que limita o desenvolvimento de microorganismos na fermentação.

CAMOMILA (Plantago major) – antiespasmódico, analgésico.

HORTELA (Mentha arvenis) – antisseptico, antiespasmódico.

FUNCHO (Foeniculum vulgare) – antiespasmódica, carminativo.

Diarréia

FOLHA DA GOIABA.psidum guajava)

Aftas

Bochechos com chás ou solução com tintura de guaçatonga (Casiria sylvestis), tansagem (Plantago major), malva, calendula.

SISTEMA CARDIOVASCULAR

Hipercolesterolemia

ALHO (Aliura salivum)

Reduz o LDL e aumenta o HDL.

Toxidade: em excesso pode causar irritabilidade na mucosa do esôfago e estômago.

Modo de usar: o preparo é por maceração, deixar 2 dentes de alho em um copo de água fria pela noite, pela manha coar e tomar. É usado esse método, pois a alicina é termolábil.

ALCACHOFRA (Cynara scolymus)

Toxidade: coagula o leite materno, impróprio para nutrizes e crianças, promove o emagrecimento lento.

DENTE DE LEÃO (Taraxacum officinallis)

Combate o excesso de colesterol e acido úrico.

Toxidade: não há referências bibliográficas.

SEMENTE DE URUCUM:(bixa orellana) preparo por maceração.

Varizes

CASTANHA DA ÍNDIA (Aesculus hippocastunus)

Melhora o fluxo sangüíneo e a troca de fluídos dos tecidos no corpo e reduz inchaços causados pela má circulação, tonificando os vasos. Antiinflamatória e antiedematosa.

Toxidade: consumo excessivo causa vômitos.

CENTELLA ASIÁTICA (Cetella asiática)

Tonifica os vasos, o que auxilia no retorno venoso. Vasodilatador periférico. Antiinflamatória.

Toxidade: em excesso pode causar fotossensibilidade, cefaléia, sonolência e fadiga.

Aterosclerose

ALHO (Allium sativum)

Ações Vasodilatadoras, reologicas e redutoras de lipídios (pela inibição da síntese de colesterol)

GINKGO BILOBA (Ginkgo biloba)

Os agentes farmacológicos que promovem o fluxo sanguineo agem principalmente melhorando as propriedades reologicas do sangue. Fortalecedor dos vasos sangüíneos.

Toxidade: seu uso excessivo pode causar dores de cabeça, alergias e hemorragias.

SETE SANGRIAS (Cuphea ingrata)

Toxidade: em excesso causa diarréia.

Hipertensão

ALHO (Allium sativum) – redutor de gordura e anti-hipertensivo. Vasodilatador, inibe síntese de colesterol, inibe agregação de plaquetas, ativa fibrinolise.

EMBAÚBA (Cecropia hololeuca)

Parte utilizada: folhas jovens.

Possui propriedade diurética, tonica dos vasos sanguineos e regularizadora cardíaca.

Toxidade: não há nas referências bibliográficas.

CAVALINHA (Equisetum Giganteum) – ação diurética.

CRATAEGO (Crataegus monogyna) – efeito cardioprotetor, aumenta o fluxo de sangue coronário e fortalece a parede e potenciais da membrana.

CHAPÉU DE COURO (Echinodorus macrophyllium)

Possui propriedades diurética e depurativa.

Toxidade: não há nas referencias bibliográficas.

Insuficiência venosa

Os diuréticos são inadequados para o tratamento a longo prazo de edema devido a insuficiência venosa, dado o potencial de hemoconcentracao com debilitação de drenagem venosa e o risco de estagnação que predispõe a trombose.

CASTANHA DA ÍNDIA (Aesculus hippocastanus) – tonifica as veias.

GINKGO BILOBA (Ginkgo biloba) – promove o fluxo sangüíneo, melhorando as propriedades reologicas do sangue. Aumenta o calibre das artérias colaterais e as atividades metabólicas, isto e, promove a capilarizacao e aumenta o aproveitamento de oxigênio.

SISTEMA RESPIRATÓRIO

Sinusite e rinite

O tratamento para esse caso deve incluir plantas antiinflamatórias (malva e tansagem (Plantago major), imunoestimulante (capuchinha, equinacea (Echinacea purpúrea), alho (Allium sativum), descongestionante (buchinha do norte, lipia alba) e outras para cefaléia, alergia.

Tosse

Três métodos básicos estão disponíveis para o tratamento puramente sintomático da tosse: redução da irritação local da garganta, supressão periférica de tosse e supressão central de tosse. Deve-se notar que o reflexo de tosse e parte do mecanismo normal de defesa de limpeza da arvore traqueobronquial. E aconselhável ter cuidado ao suprimir uma tosse produtiva, pois isso pode causar uma retenção potencialmente perigosa de secreções nas vias aéreas.

As mucilagens vegetais podem inibir a tosse ao formar um revestimento protetor que defende a superfície da mucosa de irritantes.

GUACO (Mikania glomerata)

Riscos: em excesso pode causar vômitos e diarréia. Em tempo prolongado pode ocorrer acidentes hemorrágicos. Não deve ser utilizado por mulheres com menstruação abundante, pois provoca o aumento do fluxo menstrual.

POEJO (Menta pulegium)

Riscos: não há contra-indicação, quando usado nas doses recomendadas.

Febre

O efeito diaforetico do cha das flores de sabugueiro e tília e proveniente pelo menos em parte do calor do liquido combinado com repouso em cama quente.

FLOR DE SABUGUEIRO (Sambucus nigra) – ação diaforetica sem constituinte especifico.

TÍLIA (Tília platyphyllos, Tília Cordata) – ação diaforetica sem constituinte especifico.

Tonsilite

EQUINÁCEA (Echinacea purpúrea)– antiinflamatória, imunoestimulante e antibiótica.

GENGIBRE – antiinflamatório, antibiótico e anti-séptico.

TANSAGEM (Plantago major) – antiinflamatório

PRÓPOLIS E ALHO (Allium sativum) – antibiótico

MALVA (Malva silvestris) – riscos: não deve ser usada por diabéticos – ação antiinflamatoria.

Gripe

Devemos usar plantas que aumentam o sistema imunológico, como o alho, equinácea, unha de gato (Uncaria guianenses) e capuchinha.

Plantas com ação expectorante (expele o muco) e béquica (diminui a tosse), exemplo: guaco (Mikania cordifolia), agrião e tansagem (Plantago major).

Com ação antipirética (diminui a febre) como a flor de sabugueiro e a folha da mil em rama.

Plantas analgésicas (principalmente cefaléia) como a mil em rama.

Plantas antiinflamatórias como a folha da malva e a folha da tansagem (Plantago major).

Na MTC podemos usar o hortelã (Mentha arvenis), pois o catarro amarelo e grosso indica um sintoma de calor (Yang), e o mesmo por ser frio (Yin) auxilia muito. Na fitoterapia ocidental, o hortelã também é expectorante, béquico, antiinflamatório e tc.

Resfriado

Na MTC recomenda-se o uso do Gengibre, pois no resfriado temos sintomas yin, como coriza branca e fina. E o gengibre (Yang e quente), tiraria esse agente patógeno externo (frio). Na fitoterapia ocidental ele é antiinflamatório, antibiótico, antipirético e aumenta a imunidade.

Plantas usadas na gripe também podem ser utilizadas no resfriado.

SISTEMA NERVOSO

Insônia

MELISSA (Melissa officinalis) – sedativa.

VALERIANA (Valeriana officinalis) – partes utilizadas: rizoma e raízes.

Extratos de valeriana tem efeito nos receptores de GABA (A), neurotransmissor que tem um papel chave no estresse e na ansiedade. Outros estudos mostraram que o extrato total de valeriana tem efeitos calmantes no SNC.

Riscos: hepatotoxica.

PASSIFLORA ou MARACUJA (Passiflora alata) – partes utilizadas: flores e folhas

Riscos: gestantes e lactantes, pois os alcalóides harmanicos exercem atividade estimulante uterina. Em grandes doses, pode causar depressão do SNC.

Depressão

HIPERICO (Hipericum perforatum ) – parte utilizada: folha e flor

A hipericina exerce ligeira acao calmante, auxiliando em quadros depressivos.

Riscos: evitar o uso por gestante, crianças ou lactentes. A alta dose de hiperico por um período prolongado causa fotossensibilidade.

COLONIA (Alpinia zerumbet)

ALECRIM (Rosmarinus officinalis) – tonico do SNC

Riscos: evitar o uso da erva em gestantes ou lactantes e pessoas hipersensíveis a planta.

Fadiga

GINSENG COREANO (Panax ginseng) – parte utilizada: raiz.

Entre os efeitos de extratos de ginseng e saponinas de ginseng estão: efeitos estimulantes do SNC, proteção contra estresses físicos e psiologicos exaustivos.

Riscos: nenhum dos estudos mostrou qualquer evidencia de um risco toxicológico aumentado.

GUARANA (Pallinia cupana)

Estresse

GINSENG COREANO (Panax ginseng)

Ansiedade

KAVA KAVA (Piper methysticum) – parte utilizada: raiz e rizoma

Age basicamente como relaxante muscular, redutor da excitabilidade do sistema límbico, tranqüilizante.

Atua sem provocar perda da consciência ou alterar reflexos. Tem ação ansiolitica, sedativa.

PASSIFLORA (Passiflora alata)

CAPIM LIMAO (Cymbopogon citratus) – partes utilizadas: folhas, rizomas e raizes frescas ou secas.

Riscos: em gestantes, doses concentradas pode provocar o aborto, baixar pressão e causar desmaios.

Agitação

PASSIFLORA OU MARACUJA (Passiflora alata) – sedativa

MELISSA OU ERVA CIDREIRA (Melissa officinalis) – sedativa.

Memória de curto prazo e declarativa (fraca)

PFAFFIA(Pfaffia paniculata)

SISTEMA ENDOCRINO

Hepatite B

QUEBRA PEDRA (Phyllanthus niruri)

Litíase biliar

DENTE DE LEAO (Taraxacum officinale)

Icterícia

PICAO PRETO (Bidens pilosa) – parte utilizada: toda a planta

Possui função hepatoprotetora e de desobstruir o fígado.

DENTE DE LEAO (Taraxacum officinale)

Diabetes mellitus

INSULINA (Cisssus sicyoides ) – parte utilizada: folhas

PATA DE VACA (Bauhinia fortificata) – parte utilizada: folhas, casca dos ramos e flor.

Riscos: para gestantes e lactante recomenda-se o uso apenas sob orientação medica.

YACON (Polymnia sonchifolia) – parte utilizada: folhas e raízes.

São considerados acucares de baixas calorias (frutanos), pois atravessam o trato digestivo humano sem serem metabolizados. A frutose encontrada no yacon e considerada menos cariogenico e e metabolizada sem a necessidade de insulina no processo.

Uso interno: as raízes são consumidas in natura na alimentação. Na culinária, as folhas são usadas como adoçante.

Climatério

VITEX AGNUS CASTO

CIMIFIFUGA (Cimicífuga racemosa) – reguladora hormonal, hipotensora.

DONG QUAI OU ANGÉLICA (Angélica sinensis) – reguladora da menstruação.

SISTEMA MUSCULO-ESQUELETICO

Artrite e Artrose

UNHA DE GATO (Uncaria guianensis) – antiinflamatória.

GARRA DO DIABO (Harpagophytum procumbens) – parte utilizada: bulbo

Efeito antiinflamatório e analgésico.

Riscos: ulceras gástricas e duodenais são citadas como contra-indicações.

Contusão e hematomas

CONFREI (Symphytum hydropiper) – as folhas e raízes contem mucilagens e alantoina. As mucilagens têm propriedades demulsentes locais, enquanto a alantoina promove a cicatrização de férias e acelera regeneração celular.

Ricos: somente para uso externo (presença de alcalóides insaturados de pirrolizidina = hepatotoxico).

ARNICA (Arnica montana) – o efeito antiinflamatório da arnica e atribuído a helenalina, cuja ação incui marcante efeito anti-edema.

Riscos: o uso interno prolongado não e indicado. O uso externo em preparações pode causar dermatite de contato em indivíduos sensibilizados a helenalina.

Bursite

UNHA DE GATO (Uncaria guianensis)– antiinflamatória.

As plantas acima são indicadas para uso interno. Para uso externo podemos utilizar plantas com ação analgésica como o caroço de abacate, e arnica (antiinflamatória), além da Unha de gato (Uncaria guianensis).

SISTEMA GENITO-URINARIO

Litíase renal

QUEBRA PEDRA (Phyllantus niruri) – parte utilizada: toda planta

Riscos: não deve ser usada na gestação.

ASSA PEIXE (Vernonia polyanthes) – parte utilizada: folha e raiz

CABELO DE MILHO (Zea mays) – diurética.

CAVALINHA (Ewuisetum hiemale) – parte utilizada: hastes e brotos verdes, sem os esporângios. – ação diurética.

Cistite

CANA DO BREJO (Costus spicatus) – parte utilizada: rizoma, folhas, casca e hastes.

Riscos: durante a gravidez e lactação, não recomendado sem orientação medica.

CABELO DE MILHO (Zea mays) – diurética.

Infecção urinária

UVA URSI (Folium Arctostaphylos) – anti-séptica urinaria, antiinflamatória e adstringente.

TPM

VITEX AGNUS CASTO

Candidíase

ANGELICA OU DONG QUAI

SISTEMA TEGUMENTAR

Acne

MALVA (Malva silvestris) – acao antiinflamatória

PROPOLIS – cicatrizante, antioxidante, aniinflamatorio, adstringente.

CAVALINHA (Equisetum giganteum) – riscos: pode provocar disfunção cardíaca e renal. – ação remineralizante.

CAMOMILA (Matriarca chamomilla) – adstringente, calmante, antiinflamatório da pele.

CONFREI (Symphytum officinalis) – cicatrizante – riscos: o uso interno provoca irritação gástrica e problemas hepáticos).

Psoríase

AÇAFRÃO OU CÚRCUMA (Curcuma longa) (uso interno e externo) – ação antiinflamatória, antiagregante plaquetário.

GUACO (Mikania glomerata) – o uso externo do guaco forma uma película protetora na pele.

ALCACHOFRA (Cynara scolymus) – reduz vermelhidão da pele.

CIPO SÃO JOAO (uso externo)

Queimaduras

CALENDULA (Calendula officinalis) – antiinflamatorio, cicatrizante, reepitalizante.

BABOSA (Aloe vera) – cicatrizante, emoliente, antimicrobiana.

Dermatites de contato (alergia)

CALÊNDULA (Calendula officinalis) – antiinflamatório, reepitelizante.

CAMOMILA (Matricaria chamomilla) – antiinflamatório.

SALSAPARRILHA (Smilax japicanga) (uso interno) – depurativa, diurética e diaforetica.

Responses

  1. Amei o site, porque me dedico ao naturismo; tbm adorei a música de fundo… perfeito. Parabéns. Margareth

  2. Voces fazem a diferença,obrigado por esse trabalho magnífico.
    A.Carpintieri

  3. Ótimo site. Gostaria que falassem sobre bronquite, se tem cura e como proceder. Parabens. Vanderlino


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