Musicoterapia

Os benefícios na prática da Musicoterapia

A musicoterapia é a utilização de sons e músicas para fins terapêuticos. O som é capaz de atingir os campos físico, mental e emocional de um indivíduo, sendo capaz de proporcionar:

  • Habilidades sócio-comunicativas;
  • Expressão corporal e emocional;
  • Energia e tônus muscular;
  • Trabalha as funções cognitivas (atenção e concentração);
  • Fortalece o sistema imunológico;
  • Regula pulsação e pressão sanguínea;
  • Aumenta a capacidade respiratória;
  • Estimula a coordenação motora;
  • Intensifica tratamentos médicos.

Cada indivíduo tem sua identidade sonoro – musical, ou seja suas preferências musicais, que é formada de modo diferenciado em cada um: sons que os pais ouviam durante a gestação, sons ouvidos na infância, adolescência, na televisão, sons da natureza, entre muitos outros.

Nessa formação estão englobados os sons universais de todo ser humano (exemplos: grito, choro, sons da natureza), a carga cultural que ele carrega, o grupo onde vive, as oscilações do cotidiano e o modo como ele sente as diferentes emoções desde a gestação, provenientes de suas influências sonoras.

Na 23ª semana de gestação o feto se habitua aos sons e reage quando o som é repetido; na 28ª, o número de batimentos cardíacos se altera quando o feto ouve sons; e na 34ª, o feto pode ser condicionado a reagir a sons familiares.

Para experimentar a musicoterapia em casa, é interessante descobrir quais são os seus instrumentos musicais preferidos, assim como cantores, bandas, sons da natureza, músicas que remetem à boas lembranças, enfim, as preferências sonoras em geral, a fim de ajudar na escolha de músicas e sons que despertam a sensação de bem-estar, felicidade e memórias positivas.
A música não cria coisa alguma, mas intensifica como se fosse um ressoador que reforça, em cada indivíduo, aquilo que já existe nele.

Proponho que você faça uma lista e procure as músicas e sons que selcionou, coloque no som de sua casa em alto e bom som, e deixe a mente, o corpo e as emoções fluirem através das músicas. Cante, dance, desenhe, faça o que tiver vontade, e sinta o poder da música.

Por Mariana Viana

SOM

De acordo com Robert Jourdain, 1998, através da freqüência vibratória de determinados sons e a intenção depositada neles, é possível trabalhar com o reequilíbrio dos Chakras. A freqüência reforça a noção da natureza vibratória da criação. O som é resultado dos movimentos vibratórios dos objetos. Cada objeto tem sua própria freqüência natural vibratória.

Os pesquisadores vêm identificando determinadas freqüências que correspondem a estruturas, órgãos e funções do corpo humano. Existem muitas outras freqüências significativas ao lado da escala de 12 notas familiar aos ouvidos ocidentais. Incluem-se aqui, as escalas orientais e as “ragas” indianas.

Segundo Kenneth Bruscia, 2000, a origem do som partiu do movimento vibratório que varia de acordo com a intensidade, duração, altura e timbre. A freqüência reforça a noção da natureza vibratória da criação. O som é resultado dos movimentos vibratórios dos objetos. Com a ressonância, uma fonte sonora produz ondas sonoras que comunicam suas energias a objetos, que as circundam. Se estes objetos tiverem a mesma freqüência inerente à vibração, eles também começarão um movimento vibratório.

O mundo físico é formado por informações contidas nas energias que vibram em diferentes freqüências. Assim, um som específico vibrando a uma determinada freqüência nos trará informações específicas. A utilização do som nos Chakras tem o intuito de fazer com que determinado Chakra entre na mesma freqüência do som entoado característico a este, possibilitando uma possível mudança no padrão energético.

Vivemos em um mundo cheio de vibrações. Elas são tantas que nem damos conta de perceber todas. Quando produzimos sons concatenados e organizados, de certa forma produzimos a música, com seus variados estilos e formas, e esta é algo que está presente na vida de quase todos os seres humanos. Todos os sons que existem na natureza fazem também vibrar ao seu redor. A influência dos sons harmônicos é de fundamental importância nesse contexto.

 

Psiconeuroimunologia

 

“Dois grandes médicos da Grécia antiga, Hipócrates e Galeno, acreditavam que os pensamentos e as emoções fluíam para os vários sistemas do corpo e os afetavam diretamente por interação de contato. As pesquisas atuais confirmam a verdade disso; daí a preponderância de termos como psicobiologia e psiconeuroimonulogia na medicina moderna.” (GOSWAMI, 2006,189p.)

Através dos neuropeptídeos, moléculas descobertas recentemente, a mente afeta o cérebro que afeta o sistema imunológico. Desta maneira, o padrão psiciemocional presente na pessoa estará interferindo no cérebro, no sistema imunológico e consequentemente se materializará numa doença física. A tristeza, por exemplo, irá agir na redução de neuropeptidios como a endorfina, alterando assim as sensações de dor e prazer resultando numa baixa da imunidade e numa significativa propensão à doenças.

Tudo que acontece no universo começa com a intenção. O poder da intenção afeta todas as células vivas, nas quais possuem uma consciência celular, sendo capazes de se comunicar com outras células da mesma ou de outras espécies a longas distâncias. A intenção pode manifestar através dos pensamentos, das palavras, dos sons, entre outros.

A percepção da realidade física exibe um confinamento da fase e da freqüência dos padrões de disparo de neurônios unitários em diferentes partes do cérebro. Trata-se de uma sincronização não-local ao redor de uma freqüência de 40 Hertz por segundo. O objeto é captado pela sincronização organizada pela intenção e provocada por descargas elétricas que formam a imagem.

O mundo corresponde à códigos digitais de disparos elétricos aparentemente aleatórios. A sincronização através da intenção os organiza em uma experiência: um som, uma , forma, etc, ou seja, estes códigos digitais de disparos elétricos são captados como freqüência.

A intenção é a força da natureza. Ela mantém o equilíbrio de todos os elementos e forças universais que possibilitam que o universo continue a evoluir. A intenção, o pensamento, a linguagem são considerados como tipos de freqüência qu podem ser utilizados de forma negativa ou positiva.

Desta maneira o intuito de nossa pesquisa é utilizar o sons adequados como instrumento que objetiva o equilíbrio geral do homem, baseando-se em medições dos chakras para as possíveis comprovações.

 

Mantras

“ Os mantras são sons ou palavras energizadas de modo especial. Podem ser sons simples e únicos, como OM, ou frases e orações escolhidas, entoadas ou cantadas de forma diversa. Os mantras são repetidos de modo regular a fim de conferir-les poder e de torná-los instrumentos da transformação psicológica.

Segundo a medicina ayurvédica o som é a qualidade sensível que pertence ao elemento éter, apartir do qual afloram todos os outros elementos, então por meio do som, todos elementos e sentidos podem ser harmonizados e controlados. A consciemcia se molda na forma de sons e palavras, o som controla a consciência

O som é vibração, somos vibração em diferentes nível, ayurveda classifica “ a vibração sonora de impressões e as informações constituem  a mente exterior. A vibração do conhecimento abstrato, dos princípios e dos ideais conserva a inteligência. A vibração de nossos sentimentos mais profundos e da nossa intuição constitui a mente inferior ou conciência. Somos sons, somos vibrações! Nossas intenções, pensamentos, sons são forças vibracionais responsáveis pela realidade mais completa como é. Todos os sons influenciam, tanto a palavra como a mmusica, mas em nosso estudo enfatizaremos os mantras, qualquer condicionamento por meio de palavras é um tipo de mantra, o mantra se caracteriza pelos sons que repetipos, memorizamos e assimilamos profundamente, podem ser positivos ou negativos, por exemplo um pensamento de raiva ódio por alguém equivale a um mantra obscuro, para ser benéfico o mantra deve dissolver o ego e levar a efeito a autoconsciência. Ao repetir os mantras , cria-se uma energia capaz de neutralizar as marcas  deixadas em função de nossa atividade mental dispersa, criando uma memória mais poderosa para ir além delas.

No Oriente existem inúmeras tradições que ensinam a utilização de música, sons especiais e Mantras para o desenvolvimento psíquico e a cura de enfermidades.

CHAKRAS:

De acordo com Richard Gerber, 1988, o “corpo etéreo”, conhecido também como corpo energético, permeia e está envolto no corpo físico. O campo energético individual engloba os campos de energia das células, tecidos e órgãos do indivíduo, agindo em coordenação, refletindo a atividade do corpo físico, os pensamentos e as emoções.

Segundo Harish Johari,1993, os chakras, centros de energia, representam as áreas centrais para a coordenação dos fluxos de energia dentro do corpo energético, e estão localizados ao longo do eixo vertical e central do corpo. Os chakras são associados à padrões psicoemocionais e  estão associados ao sistema nervoso, ao sistema endócrino e a plexos nervosos.

Baseado em Amit Goswami, 2006, por serem centros energéticos, os chakras vibram um movimento de energia no qual diante de um desequilíbrio o movimento anormal pode desencadear num fluxo excessivo de energia num chakra caracterizado por sobreatividade; fluxo insuficiente de energia (infratividade) e também em estagnação ou bloqueio da energia.

 

A PURIFiCAÇÃO, FORTALECIMENTO E HARMONIZAÇÃO DOS SONS NO CHAKRAS

CHAKRAS VOGAL NOTA MUSICAL MANTRA EFEITO
1º-Raiz LAM Desenvolve o equilíbrio mental, a serenidade das emoções e o favorecimento de atividades.
2º- do Sacro VAM Desenvolve a receptividade, a criatividade, o equilíbrio emocional e a capacidade de assimilar influências positivas.
3º-do Plexo Mi RAM Desenvolve a vontade, a aspiração, a coragem e a vitalidade.
4º- Cardíaco YAM Desenvolve o amor, a devoção e a compaixão.
5º-da Garganta Sol HAM Para o espaço da mente, o apego, a pureza e a sabedoria.
6º- Frontal KSHAM Para desenvolver a concentração, a percepção e a introversão.
7º- da Coroa Si OM Energiza todas as coisas e todos os processos, bem como para conferir-lhes força, purificando a mente.

BIBLIOGRAFIAS

RUUD, Even. Música e Saúde. São Paulo: Summus. 1991.

BRUSCIA, Kenneth. Defiindo Musicoterapia. Rio de Janeiro:Enelivros,2000.

JOURDAIN,Robert. Música, Cérebro e Êxtase. Rio de Janeiro:Objetiva, 1998.

JOHARI, Harish. Chakras. EdBertrand Brasil AS.,1990.

GERBER, Richard. Medicina Vibracional. São Paulo: Cultrix, 1988.

GOSWAMI, Amit. O médico quântico. São Paulo: Cultrix, 2006.

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